quinta-feira, 22 de setembro de 2016

AMOR PELO MATERIAL OU PELO ESPIRITUAL - SHABAT SHALOM M@IL - PARASHÁ KI TAVÔ 5776 

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AMOR PELO MATERIAL OU PELO ESPIRITUAL - PARASHÁ KI TAVÔ 5776 (23 de setembro de 2016)

Certa vez o Rav Yitzchak Meir Rotenberg zt"l (Polônia, 1799 - 1866), mais conhecido como Chidushei Harim, estava viajando em uma carruagem puxada por dois cavalos. Depois de alguns quilômetros de viagem, um dos cavalos repentinamente caiu morto no chão. O condutor da carruagem, um homem muito simples, sentiu uma terrível tristeza pela perda de seu precioso cavalo. Sem alternativa, a viagem foi retomada com apenas um cavalo. Não haviam viajado muito quando o segundo cavalo também caiu morto no chão. O dono dos cavalos ficou arrasado. Aqueles cavalos significavam muito para ele, eram seu sustento, eram sua vida. Completamente desolado, o homem sentou-se no chão, abaixou a cabeça e começou a chorar. Chorou sem parar por um longo tempo, um choro amargo e triste. Chorou tanto que acabou morrendo ali mesmo.
 
O Chidushei Harim ficou muito assustado com aquela cena. Porém, o mais impressionante aconteceu naquela noite. Ele teve um sonho muito real, no qual viu o condutor da carruagem que havia morrido. Aquele homem, uma pessoa boa e pura, havia recebido o Olam Habá (Mundo Vindouro). Mas o que mais chamou a atenção do Chidushei Harim é que o Olam Habá daquele homem era uma linda carruagem puxada por dois magníficos cavalos.
 
O Chidushei Harim acordou assustado, pois entendeu o significado daquele sonho. Nosso Olam Habá é criado pelo que damos valor no Olam Hazé (mundo material). Para aquele homem, o que ele mais dava valor na vida eram seus cavalos e sua carruagem. Portanto, foi isso o que ele recebeu para toda a eternidade. 

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Nesta semana lemos a Parashá Ki Tavô (literalmente "Quando vierem"). A Parashá começa descrevendo a cerimônia de "Bikurim", na qual os primeiros frutos das sete espécies da Terra de Israel eram levados ao Beit Hamikdash (Templo Sagrado) e oferecidos ao Cohen. Além disso, a pessoa que oferecia os Bikurim lia uma enorme declaração de agradecimento a D'us por todas as bondades que havia recebido, desde a época dos nossos patriarcas, passando pela saída do Egito e terminando na conquista da Terra de Israel, uma terra boa e fértil. Mas grande parte da Parashá é dedicada a uma dura advertência, na qual Moshé ressalta os devastadores castigos que poderiam recair sobre o povo judeu caso se desviassem e não seguissem os caminhos da Torá. Qual é a conexão entre a oferenda dos Bikurim e as advertências?
 
Além disso, sabemos que estas advertências da Torá não foram apenas ameaças vazias. Infelizmente muitas destas tristes profecias se cumpriram na época da destruição dos nossos dois Templos e em outras épocas da nossa história. Porém, no meio das advertências trazidas pela Parashá, a Torá faz uma interrupção com o seguinte versículo: "Pelo fato de você não ter servido a Hashem, teu D'us, com alegria e bom coração, quando havia abundância em tudo" (Devarim 28:47). O que significam estas palavras?
 
O entendimento mais simples deste versículo é que tragédias recaem sobre o povo judeu quando não cumprimos as Mitzvót com alegria, apesar de termos sido abençoados com abundância em tudo (em hebraico "Rov Kol"). D'us não cobra um Serviço Divino exemplar nos momentos de dificuldades e aperto, pois Ele sabe o quanto é difícil nos concentrarmos nas nossas Mitzvót quando nosso coração está angustiado com as dificuldades e preocupado com problemas como a falta de dinheiro para pagar as contas no final do mês. Mas que desculpa temos quando está tudo bem, quando temos tranquilidade e abundância? Por isso, nestes momentos de Brachá (benção), a cobrança é muito mais severa e a falha em servir D'us com alegria e agradecimento é considerado algo muito mais grave e sem justificativas. A Parashá junta o assunto dos Bikurim com as advertências para nos ensinar a reconhecer o que temos de bom, as Brachót que temos na vida, e utilizar este sentimento para melhorar nosso Serviço Divino cotidiano. Caso não nos esforcemos para reconhecer o que temos de bom, faremos nosso Serviço Divino sem alegria, apesar de todas as Brachót que recebemos, e isto será considerado por D'us como algo muito grave.
 
Além desta explicação mais simples, o Rav Ytzchak Luria zt"l (
Israel1534 - 1572), mais conhecido com Arizal, um dos maiores Cabalistas da história do povo judeu, traz uma explicação mais profunda deste versículo. De acordo com o Arizal, o que a Torá está nos ensinando é que, mesmo se a pessoa cumpre as Mitzvót com certo grau de alegria, mas a principal alegria da sua vida não se deriva do seu Serviço Divino, e sim de uma alegria de "Rov Kol", que se refere às outras fontes de alegria, então a pessoa está desconectada da espiritualidade. E quando alguém se desconecta da espiritualidade, a conseqüência é que tragédias recaem sobre ela. Portanto, de acordo com esta explicação, a Torá está nos ensinando que não é suficiente apenas sentir alegria no nosso Serviço Divino, mas que a alegria que sentimos com este preenchimento espiritual deve ser muito maior do que qualquer outro prazer que se deriva dos nossos esforços no mundo material. Sentir esta alegria verdadeira é uma parte muito importante do nosso Serviço Divino.
 
Explica o Rav Yehonasan Gefen que esta mensagem é especialmente importante para Rosh Hashaná, o Dia do Julgamento, que se aproxima. O principal trabalho que devemos fazer em Rosh Hashaná é reconhecer D'us como sendo o nosso Rei. Porém, na prática, como fazemos isso? Um aspecto significativo de reconhecer D'us como o nosso Rei é saber que Ele é a única Fonte de todo o prazer que verdadeiramente nos preenche e que qualquer outra fonte de prazer é vã e sem sentido. É por isso que Rosh Hashaná vem antes de Yom Kipur, pois este é um pré-requisito na nossa limpeza espiritual de Yom Kipur. Quando os desejos de uma pessoa não são direcionados para o nosso Serviço Divino, então eles são automaticamente desviados para os prazeres do mundo material, tornando-se praticamente impossível não cometer transgressões. Há muitos momentos na vida em que os desejos de uma pessoa se chocam com suas aspirações de cumprir a Vontade de D'us, causando um prejuízo ao cuidado que a pessoa tem com as Mitzvót. Portanto, qualquer arrependimento em Yom Kipur é incompleto se não mudarmos a perspectiva de como enxergamos a vida. Enquanto "dividirmos" o prazer de nos conectarmos espiritualmente a D'us com os prazeres do mundo material, nossa limpeza de Yom Kipur ainda deixará manchas que não foram apagadas.
 
Este conceito fica claro com a história que aconteceu com o Chidushei HaRim, através da qual aprendemos que uma pessoa que está presa aos seus desejos materiais, mesmo que consiga evitar as transgressões, ainda assim se deparará com consequências desagradáveis, pois a pessoa que se conecta de uma maneira muito forte com o mundo material termina perdendo sua conexão espiritual. Porém, ao refletirmos sobre esta história surge um grande questionamento. Por que o Chidushei Harim se assustou com o que viu em seu sonho? Se a carruagem e os cavalos eram coisas que aquele homem apreciava tanto, qual é o problema desta ser a sua recompensa no Olam Habá? Ele não ficou feliz com o que recebeu?
    
O Rav Yssocher Frand responde esta pergunta com uma história pessoal. Quando ele era pequeno, seu sonho era ganhar um estilingue para brincar com os meninos da rua. Porém, apesar de ter pedido aos pais diversas vezes, eles nunca concordaram em lhe dar um estilingue. Imaginem se, no dia do casamento do Rav Frand, instantes antes dele entrar na Chupá, seus pais se aproximassem com um enorme sorriso, estendessem uma linda caixa e dissessem: "Querido filho, este é um dia muito especial. Por isso queremos neste momento te presentear com um lindo estilingue, o presente que você sempre quis". Obviamente isto não faria nenhum sentido, pois aquele estilingue valia muito quando ele era apenas uma criança, mas agora ele já estava crescido demais para isso.
 
O mesmo ocorre quando estamos no mundo material. Dedicamos a vida para adquirir prazeres materiais, como dinheiro, posses e honra, acreditando que estas coisas nos trarão preenchimento. Mas quando chegarmos ao Olam Habá, veremos que isto se compara a um estilingue nas mãos de um noivo prestes a entrar na Chupá, isto é, veremos que todos estes prazeres materiais na realidade não têm valor verdadeiro nenhum. Assim nos ensina o Rav Moshe Chaim Luzzato zt"l (Itália, 1707 - Israel, 1746), no primeiro capítulo do seu clássico livro "Messilat Yesharim" (Caminho dos Justos): "Qualquer coisa fora da proximidade de D'us que as pessoas acreditam que é algo bom, na verdade não é nada, é apenas vazio". No Olam Habá tudo vai estar claro, as ilusões cairão e então perceberemos o quanto eram sem sentido as coisas pelas quais dedicamos nossas vidas para adquirir neste mundo material.
 
Então o ideal é fazer voto de abstinência e viver em uma caverna? Não é tão simples assim. Em diversas fontes da Torá existem aparentes contradições sobre este assunto. Por exemplo, a Torá nos ensina "Sejam pessoas sagradas" (Vayikrá 19:2). O Talmud (Yebamot 20a) explica este versículo como sendo a obrigação da pessoa se santificar abstendo-se inclusive do que é permitido. Por outro lado, o Talmud (Nedarim 10a) afirma que o Nazir, pessoa que fez um voto de se abster por algum tempo do prazer de beber vinho, é chamado de "transgressor" por ter renunciado a um dos prazeres do mundo que D'us criou. Já o Talmud Yerushalmi (Kidushin 4:12) vai mais longe ao afirmar que a pessoa terá que prestar contas por todo o prazer que poderia ter obtido comendo algo (que é permitido), mas absteve-se deste prazer. Portanto, o que é o mais importante, conquistar o nosso lado animal, transcender o mundano e revelar a supremacia do espiritual sobre o material, ou devemos encontrar a bondade de D'us nos prazeres do mundo material que Ele nos deu?
 
A resposta está na diferença entre dois níveis espirituais, a "Prishut" (se abster do mundo material) e a "Kedushá" (santificar o mundo material). Prishut significa a pessoa se abster de qualquer prazer material, vivendo apenas com o que é extremamente necessário para manter sua saúde. Kedushá significa utilizar os prazeres do mundo material, mas de uma maneira completamente controlada, visando sempre o crescimento espiritual. Neste nível, os prazeres materiais não precisam ser anulados, eles podem ser canalizados para nos dar força e energia no nosso trabalho espiritual. De acordo com o livro Messilat Yesharim, apesar dos dois níveis serem elevados, a Prishut é apenas uma preparação para alcançar a Kedushá, um nível no qual estamos muito mais próximos de D'us. A Prishut nos ensina a ter autocontrole, a saber dominar nossos desejos, mas o ideal é viver com Kedushá, canalizando os nossos prazeres da maneira correta, usando os prazeres materiais que D'us nos deu para potencializar nosso lado espiritual.
 
As "broncas" da Parashá são um forte lembrete de que não é suficiente apenas cumprir as Mitzvót, mas também devemos olhar o mundo espiritual como a força principal que impulsiona nossas vidas. Honra, poder, dinheiro e comida, desconectadas de um contexto espiritual, são fontes ilusórias de prazer. Fazer de D'us o nosso Rei significa internalizar que Ele é a única e verdadeira Fonte de alegria e prazer.

QUE SEJAMOS INSCRITOS E SELADOS NO LIVRO DA VIDA

SHABAT SHALOM

R' Efraim Birbojm

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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

ALÉM DAS APARÊNCIAS - SHABAT SHALOM M@IL - PARASHÁ KI TETSÊ 5776 

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ALÉM DAS APARÊNCIAS - PARASHÁ KI TETSÊ 5776 (16 de setembro de 2016)

"Marcelo voltava do trabalho dirigindo em um dia de trânsito pesado. De repente, ele viu no retrovisor que um carro, dirigido por um homem de meia idade, vinha apressadamente "costurando" no trânsito. Ele vinha forçando a passagem, acendendo e pagando as luzes. Quando aquele carro chegou ao lado do carro de Marcelo, forçou a passagem querendo mudar de pista e entrar na frente dele. Marcelo ficou muito irritado com aquele homem, pois enquanto todos aguardavam pacientemente o trânsito, aquele malandro queria levar vantagem. Marcelo teve vontade de acelerar, impedindo a passagem do outro carro, e dizer para aquele folgado algumas verdades. Quase seus instintos conseguiram dominá-lo, mas ele respirou fundo e conseguiu se controlar. Diminuiu a marcha e deixou o outro carro passar e seguir seu caminho.
 
Ao chegar em casa, ainda um pouco estressado, Marcelo recebeu a assustadora notícia que seu filho de três anos havia sofrido um grave acidente e estava no hospital. Imediatamente seguiu para lá, desesperado. Quando chegou, sua esposa veio ao seu encontro e o tranquilizou:
 
- Fique calmo, querido. Graças a D'us agora está tudo bem. O médico chegou a tempo para socorrer nosso filho e dar os primeiros socorros. Ele já está fora de perigo.
 
Marcelo, mais tranquilo, pediu que sua esposa o levasse até o médico para agradecê-lo. Qual não foi sua surpresa quando percebeu que o médico era aquele homem cujo carro havia forçado passagem quando ele voltava para casa..."
 
Por trás de uma atitude, sempre existe uma história, um motivo que leva as pessoas a agirem de determinada maneira. Se você quer acertar no julgamento dos outros, procure ver além das aparências.

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A Parashá desta semana, Ki Tetsê (literalmente "Quando vocês saírem"), traz diversas leis relacionadas aos cuidados nos relacionamentos interpessoais. Entre os vários assuntos, há um extremamente importante para refletirmos em Elul, o último mês do ano, a época de preparação final para o nosso julgamento de Rosh Hashaná: a transgressão de Lashon Hará, que significa utilizar a nossa fala para denegrir e diminuir a honra dos outros, causando sofrimento e prejuízos financeiros, espirituais ou psicológicos.
 
Cometemos diversos erros durante o ano, nas mais diferentes áreas. Mas infelizmente um dos erros no qual mais tropeçamos é o mau uso da nossa fala. Pelo fato de falarmos o tempo inteiro, o descuido nesta área pode ter consequências graves, como está escrito: "Lembre-se o que Hashem, teu D'us, fez para Miriam no caminho, quando vocês saíram do Egito" (Devarim 24:9). Rashi (França, 1040 - 1105) explica que este versículo é uma advertência em relação ao Lashon Hará. A Torá está nos avisando que, da mesma forma que Miriam falou negativamente de seu irmão Moshé e foi castigada com Tzaráat, uma doença espiritual que se manifestava através de manchas na pele, também aquele que fala Lashon Hará é castigado com Tzaráat. Desde a destruição do nosso Beit Hamikdash (Templo Sagrado) a Tzaráat já não causa mais manchas físicas no nosso corpo, mas certamente continua manchando a nossa alma.
 
Este versículo, que nos comanda a lembrar das consequências do Lashon Hará de Miriam, é considerado pelo Rav Isroel Meir HaCohen zt"l (Bieloríssia, 1838 - Polônia, 1933), mais conhecido como Chafetz Chaim, como uma das 613 Mitzvót da Torá. Mas qual é a conexão entre a transgressão de Lashon Hará e o castigo de Tzaráat? Sabemos que D'us é Misericordioso e, por isso, Ele faz com que o castigo que vem como consequência de uma transgressão já traga um componente de conserto deste erro. Como a Tzaráat vem consertar o Lashon Hará? E por que a Torá fez questão de conectar a Tzaráat com o erro de Miriam, ao invés de explicar de uma maneira genérica que todo aquele que fala Lashon Hará fica com Tzaráat?
 
Antes de tudo precisamos entender exatamente qual foi o erro de Miriam, uma Tzadeket (mulher justa e correta) que havia atingido o nível de profecia. O Rambam (Maimônides) (Espanha, 1135 - Egito, 1204) nos ensina que Miriam era a irmã mais velha de Moshé e havia ajudado a criá-lo desde pequeno. Ela arriscou sua própria vida para acompanhá-lo no rio Nilo quando Moshé foi colocado em uma cestinha à deriva. Em seu Lashon Hará, Miriam não falou nada de mal sobre Moshé, apenas se equivocou ao igualá-lo aos outros profetas. Além disso, Moshé não se ofendeu nem guardou rancor. Apesar de tudo isso, Miriam foi castigada com Tzaráat.
 
Das palavras do Rambam aprendemos que a transgressão de Miriam foi consequência de um erro em suas considerações. Se não fosse este pequeno erro de cálculo, suas palavras teriam sido corretas, pois ela teve boas intenções e certamente foi cuidadosa em verificar se havia reunido todas as condições necessárias para que fosse permitido falar algo que pode denegrir outra pessoa. Portanto, aprendemos de Miriam que o castigo da Tzaráat está associado ao julgamento equivocado. Se pararmos para refletir, perceberemos que na maioria das vezes que tropeçamos em Lashon Hará é por termos sido precipitados e não julgarmos a pessoa da maneira correta. A causa é o desleixo no cumprimento da Mitzvá de "com justiça julgue seu companheiro" (Vayikrá 19:15).
 
Mas esta Mitzvá não é fácil de ser entendida. O Rabeinu Yona zt"l (Espanha, século 12) explica esta Mitzvá da seguinte maneira: sempre que vemos uma pessoa fazendo algo que parece errado, e existe a possibilidade de julgar seu ato de uma maneira meritória, somos obrigados a julgá-la positivamente. Ele acrescenta que, se a pessoa que está sendo analisada é alguém com temor a D'us, nossa obrigação vai além e devemos julgá-la de forma positiva mesmo quando as evidências e o entendimento racional estejam pendendo para o lado da culpa. De acordo com a explicação do Rabeinu Yona parece que esta Mitzvá não é lógica e racional, pois não parece muito lógico julgar uma pessoa de forma positiva quando tudo parece apontar para o outro lado. Quando uma situação se inclina para o lado da culpa, julgar a pessoa positivamente é, aparentemente, fazer o contrário do que é correto e justo. Então por que a Torá nos comanda a "com justiça julgará seu companheiro", e não a "com bondade julgará seu companheiro"?
 
Ensina o livro "Lekach Tov" que, na verdade, quando julgamos alguém que tem um temor a D'us elevado e sincero, inclinar o julgamento para o lado positivo é certamente o correto e o justo, mesmo quando as evidências parecem pender para o outro lado. Para alguém com temor a D'us as transgressões são algo tão abominável, e o estrago causado por elas é tão marcante, que a pessoa se afasta com todas as suas forças de qualquer tipo de erro. Por isso, por mais ilógico que possa parecer uma justificativa para um ato desta pessoa, certamente é mais lógico do que imaginar que alguém neste nível de temor a D'us tenha cometido o erro que aparenta. Então por que erramos tanto no julgamento das pessoas? Pois somos tão pequenos e estamos tão distantes do temor a D'us verdadeiro que não conseguimos nem entender o quanto pessoas com temor a D'us se afastam das transgressões. Portanto, quando achamos difícil julgar alguém para o lado positivo, muitas vezes o erro está em nós mesmos, na nossa falta de entendimento do que é o temor a D'us.
 
Além disso, outro motivo pelo qual tropeçamos muito em não julgar os outros de forma favorável é o fato de enxergarmos o mundo de acordo com os pensamentos do nosso próprio coração. Aquele que honra as criaturas comprova que ele também é uma pessoa honrada, enquanto aquele que despreza as criaturas justamente as despreza por projetar nos outros seus próprios erros, como afirmam nossos sábios: "Todo aquele que vê defeitos em seu companheiro, na verdade está vendo seus próprios defeitos". Por isso, quanto mais elevada for a pessoa que está fazendo o julgamento, suas considerações vão emanar do lado do bem e será mais fácil para ela julgar o próximo positivamente. Por outro lado, quanto mais baixa for a pessoa, suas considerações vão emanar do lado negativo e ela estará mais propensa a julgar tudo de maneira negativa. Portanto, no final das contas, a Mitzvá de "com justiça julgue seu companheiro" é uma forma de autoavaliação e aquele que sempre julgar tudo para o mal deve parar e procurar o mal que há dentro de si.
 
Mas como a Tzaráat ajudava o transgressor a corrigir seu erro de julgamento? A pessoa com Tzaráat passava por um terrível sofrimento. Era desprezada pela sociedade e precisava se afastar de sua esposa e de seus filhos. Ao invés de amigos, sua companhia eram as moscas que ficavam em volta das feridas de sua pele. Esta pessoa ficava sozinha, sentada fora do acampamento, impura e abandonada. A pessoa contaminada com Tzaráat era uma pessoa cujo mundo material havia sido completamente destruído, a ponto de nossos sábios definirem que, naquele estado, ela era como uma pessoa morta. Como seria possível encorajar uma pessoa nestas condições? Como alguém poderia trazer consolo para ela? Somente ressaltando seu lado espiritual. Apesar de seu lado material ter sido destruído, sabemos que o mundo material é limitado, é apenas um corredor diante do mundo espiritual. Mesmo que, neste momento, seu corpo material havia se tornado algo desprezível, a pessoa precisava focar que o corpo é apenas uma vestimenta temporária para sua alma eterna.
 
Ensinam os nossos sábios que tudo o que nos puxa para o lado positivo é fundamentado na vontade da alma, enquanto tudo o que nos puxa para o lado negativo é fundamentado na vontade do corpo. Na prática, a Tzaráat destruía o mundo material da pessoa que falou Lashon Hará, obrigando-a a se agarrar em seu lado espiritual e voltar a colocar sua alma como o principal e seu corpo como o secundário. Isto fazia com que, daquele momento em diante, a pessoa fizesse suas considerações de uma maneira mais espiritual e, portanto, pendendo para o lado positivo. A pessoa passava a julgar os outros de uma maneira favorável, interpretando com seu lado bom e nobre as ações, omissões, pensamentos e falas de seu companheiro. Este era o conserto que a Tzaráat trazia para o erro de Lashon Hará, que é principalmente consequência de julgarmos as pessoas de maneira negativa. 

Elul é o momento de fazermos uma autoavaliação sincera. Julgamos os outros sempre de maneira precipitada, sem termos nas mãos todas as informações. Não nos esforçamos para procurar justificativas positivas para os aparentes maus atos das pessoas. Não chegamos nem mesmo a cogitar que "talvez não foi exatamente assim" ou "talvez o erro foi meu". De acordo com o conceito que vimos, isto é sinal de que o mal não está nos outros, e sim dentro de nós mesmos. Por isso, é importante sermos sinceros antes do nosso julgamento de Rosh Hashaná, pois podemos passar a vida enganando os outros e a nós mesmos, mas não podemos enganar a D'us.

SHABAT SHALOM

R' Efraim Birbojm

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Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de: Avraham ben Ytzchak z"l, Joyce bat Ivonne z"l, Feiga bat Guedalia z"l, Chana bat Dov z"l, Kalo (Korin) bat Sinyoru (Eugeni) z"l, Leica bat Rivka z"l, Guershon Yossef ben Pinchas z"l; Dovid ben Eliezer z"l, Reizel bat Beile Zelde z"l, Yossef ben Levi z"l, Eliezer ben Mendel z"l, Menachem Mendel ben Myriam z"l, Ytzhak ben Avraham z"l, Mordechai ben Schmuel z"l, Feigue bat Ida z"l, Sara bat Rachel z"l, Perla bat Chana z"l, Moshé (Maurício) ben Leon z"l, Reizel bat Chaya Sarah Breindl z"l; Hylel ben Shmuel z"l; David ben Bentzion Dov z"l, Yacov ben Dvora z"l; Moussa HaCohen ben Gamilla z"l, Naum ben Tube (Tereza); Naum ben Usher Zelig; Laia bat Morkdka Nuchym; Rachel bat Lulu; Yaacov ben Zequie; Moshe Chaim ben Linda; Mordechai ben Avraham; Chaim ben Rachel; Beila bat Yacov; Itzchak ben Abe; Eliezer ben Arieh; Yaacov ben Sara, Mazal bat Dvóra, Pinchas Ben Chaia, Messoda (Mercedes) bat Orovida, Avraham ben Simchá, Bela bat Moshe, Moshe Leib ben Isser, Miriam bat Tzvi, Moises ben Victoria, Adela bat Estrella, Avraham Alberto ben Adela, Judith bat Miriam, Sara bat Efraim, Shirley bat Adolpho, Hunne ben Chaim, Zacharia ben Ytzchak, Aharon bem Chaim, Taube bat Avraham, Yaacok Yehuda ben Schepsl, Dvoire bat Moshé, Shalom ben Messod, Yossef Chaim ben Avraham, Tzvi ben Baruch, Gitl bat Abraham, Akiva ben Mordechai, Refael Mordechai ben Leon (Yehudá), Moshe ben Arie, Chaike bat Itzhak, Viki bat Moshe, Dvora bat Moshé, Chaya Perl bat Ethel, Beila Masha bat Moshe Ela, Sheitl bas Iudl, Boruch Zindel ben Herchel Tzvi, Moshe Ela ben Avraham, Chaia Sara bat Avraham, Ester bat Baruch, Baruch ben Tzvi, Renée bat Pauline, Menia bat Toube, Avraham ben Yossef, Zelda bat Mechel, Pinchas Elyahu ben Yaakov, Shoshana bat Chaskiel David, Ricardo ben Diana, Chasse bat Eliyahu Nissim, Reizel bat Eliyahu Nissim, Yossef Shalom ben Chaia Musha, Amelia bat Yacov, Chana bat Cheina, Shaul ben Yoshua, Milton ben Sami, Maria bat Srul, Yehoshua Reuven ben Moshe Eliezer, Chaia Michele bat Eni, Arie Leib ben Itschak, Chaia Ruchel bat Tsine, Malka bat Sara, Penina bat Moshe, Schmuel ben Beniamin, Chaim ben Moshe Leib, Avraham ben Meir, Shimshon ben Baruch, Yafa bat Salha, Baruch ben Yaacov, Sarita bat Miriam, Michael Ezra ben Esther, Clarice Chaia bat Israel, Moshe ben Yaacov, Dov ben Michel, Alberto ben Michel z"l, Malaka bat Chalom z"l, Ita bat Avraham z"l, Meir ben Avraham z"l, Miriam bat Iechiel z"l, Avraham ben Meir z"l, Shirley Mary bat Avraham Israel z"l, Sloime Tzvi ben Pinchas z"l, Mordechai ben Dina z"l, Ruth bat Messoda z"l, Yehudah ben Sarah z"l, Chaia Simchah bat Lea z"l, Shmuel ben Moshe z"l, Yechiel Mendel ben David z"l, Menachem ben Yossef z"l, Chaia Mushka bat HaRav Avraham Meir z"l, Avraham ben Leib.
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(Observação: para Refua Shlema deve ser enviado o nome do doente e o nome da mãe. Para Leilui Nishmat, os Sefaradim devem enviar o nome do falecido e o nome da mãe, enquanto os Ashkenazim devem enviar o nome do falecido e o nome do pai).
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